sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Abro os braços e fico imóvel


Abro os braços e fico imóvel
Fico imóvel e a voar
Na boca ainda sinto
O salgado beijo do mar

No meio da bruma
Silencioso na praia
Ergue-se e aguarda
Com o olhar de sombras
O cavalo de cor pálida

O cavaleiro negro aproxima-se.
A sua capa é um pedaço do céu
Os seus olhos profundos enigmas
Que da escuridão são véu

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